sexta-feira, 25 de março de 2011

BRINCA CUM NÓIS NÃO.....

Fato inédito no meio científico


Durante escavações no estado do Rio de Janeiro, arqueólogos fluminenses descobriram, a 100 m de profundidade, vestígios de fios de cobre que datavam do ano 1000 A.C.
Os cientistas cariocas concluíram que seus antepassados já dispunham de uma rede telefônica naquela época..


Os paulistas, para não ficarem para trás, escavaram também seu subsolo, encontrando restos de fibras óticas a 200 m de profundidade.
Após minuciosas análises, concluíram que elas tinham 2000 anos de idade.
Os cientistas paulistas concluíram, triunfantes, que seus antepassados já dispunham de uma rede digital à base de fibra ótica quando Jesus nasceu!

Uma semana depois, em Belo Horizonte, foi publicado por cientistas mineiros o seguinte estudo:

"Após escavações arqueológicas no subsolo de Contági, Betim, Barbacen, Passa-Quato, Jijifóra, Sans Dumont, PosAlegre, Santantoin do Monti, Vargin, Nanuqui, Águas Formosas, Moncarmelo, Carnerim, Lagoa Dorada, Sanjão Del Rei, Beraba, Berlândia, Belzonte, Bosta do Biá, Divinópis, Pará de Mins, Furmiga, Vernador Valadars, TiófilOtoni, Piui, Carmo do Cajuru, Lagoa Santa, Morro do Ferro, Biraci, Sélagoa, Carvalhópolis, SSParaíso e diversas outras cidades mineiras, até uma profundidade de 500 metros, não foi encontrado absolutamente nada.

Concluiu-se então que os antigos mineiros já dispunham há 5000 anos de uma rede de comunicações sem-fio: "wireless".

Nota dos arqueólogos: Por isso se pronuncia "uai"reless.
rsssssss...

domingo, 20 de março de 2011

Falar correto no lugar errado


A moça, de família, patricinha, se preparou toda para ir ao ensaio da
Gaviões da Fiel.

Chegando lá, um dos mano suarento e banguelo pede pra dançar com ela e, para não arrumar confusão, ela aceita.
    Mas o mano suava tanto que ela já não estava suportando mais!

A moça foi se afastando, e disse:


- Você sua, hein!

 

 
Ele a puxou lascou um beijo e respondeu: 
 
 
 
-Tamém vô sê seu, princesa!   é nóis! véio.....


sábado, 19 de março de 2011

Transa Gramatical

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice...
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício.
O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.
Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
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Aviso na porta do consultório médico

Este alerta está colocado na porta de um consultório médico.


O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.


Preste atenção!
O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

ALUNOS... INTELIGENTES (?)


Professor: ― O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno: ― Purê de batata, senhor professor!


***
 
 Professor: ―Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno: ― Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
Professor: ― Mais depressa!
Aluno: ― Nós corremos... vós correis... eles correm!


***

Professor: ― "Chovia" que tempo é?
Aluno: ― É tempo muito mau, professor.


***

Professor: ― Quantos corações nós temos?
Aluno: ― Dois, professor.
Professor: ― Dois!?
Aluno: ― Sim, o meu e o seu!


***

Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
O 1º aluno diz: ― Acordei tarde, professor! Sonhei que fui à Polinésia e a viagem demorou muito.
O 2º Aluno diz: ― E eu fui esperá-lo no aeroporto!


***

Professor: ― Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno: ― Sim, professor. Um queijo e quatro vacas...


***

Um aluno de Direito fazendo um exame oral: ― O que é uma fraude?
Responde o aluno: ― É o que o Professor está fazendo.
O professor muito indignado: ― Ora essa, explique-se...
Diz o aluno: ― Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para prejudicá-lo!


***

Professor: ― Maria, aponte no mapa onde fica a América do Norte.
Maria: ― Aqui está.
Professor: ― Correto. Agora turma, quem descobriu a América?
Turma: ― A Maria.


***

Professor: ― Joãozinho, me diga sinceramente, você ora antes de cada refeição?
Joãozinho: ― Não professor, não preciso... A minha mãe é uma boa cozinheira.


***   

Professor: ― Artur, a sua redação "O Meu Cão" é exatamente igual à do seu irmão. Você copiou?
Artur: ― Não, professor. O cão é que é o mesmo.


***

Professor: ― Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados?
Bruno: ― Professora.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

14 motivos para gargalhar!


1. NO GINECOLOGISTA
A mãe, desesperada, pergunta pro médico:
- O que houve com ela, doutor?
- Sua filha está com o clitóris igual a uma tampinha de caneta bic!
- Azul, doutor ?
- Não, todo mordido.

2. NA CLÍNICA PARA DEFICIENTES
Na hora do almoço, um interno ia passando pelo refeitório, quando o cozinheiro lhe pergunta:
- Quer uma torta, amigo?
- Agora não, obrigado! Acabei de comer uma ceguinha!

3. NO DEPARTAMENTO DE IMIGRAÇÃO
- Sexo?
- 3 vezes por semana
- Não... eu quero dizer masculino ou feminino.
- Não importa.

4. NO CELEIRO
Diz a ovelha para o carneiro:
- Tens tão pouca lã....
- Tá, mas viemos para aqui trepar ou fazer tricô ???

5. NO UROLOGISTA
Uma mulher, toda boazuda, vai ao consultório médico:
- Doutor, queria que fizesse algo pelo meu marido.... Algo que o fizesse ficar como um touro!
- Pois bem, dispa-se. Vamos começar agora mesmo pelos chifres...

6. NA BALADA
Um cara chega para uma mulher e diz:
- Tá afim de uma transa mágica?
A mulher pergunta:
- Como é uma transa mágica?
Ele diz:
-É muito simples, a gente transa e depois você desaparece.

7. NA FESTA
O menininho pergunta pra mãe:
-Mamãe! Por que você é branca, papai é negro e eu sou japinha...
-Ah, meu filho! Se você soubesse a festa que houve naquele dia... você tem sorte por não latir.

8. NO PLANTÃO MÉDICO
O sujeito vai ao hospital, caindo de bêbado. Durante a consulta, vêm as perguntas de praxe:
- Nome?
- Juvenal dos Santos!
- Idade?
- 32 anos.
- O senhor bebe?
- Vou aceitar um gole, mas só pra te acompanhar!

9. NA BOLSA
A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e pergunta para si mesma:
- Será que minha filha está bebendo?
A mãe italiana encontra um maço de cigarros na bolsa da filha e se questiona:
- Será que minha filha está fumando?
E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na bolsa da filha, e se pergunta:
- Meu Deus! Será que minha filha tem pinto???!!!

10. NO LAR PARA IDOSOS
Dois velhinhos conversando:
- Você prefere sexo ou Natal?
- Sexo, claro! Natal tem todo ano, enjoa.

11. NO FIM
No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido. Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo.
Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais.
Depois da terceira vez, ela quer de novo.
E o marido:
- Ah, não, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã... você não!

12. NA PESCARIA
A portuguesinha de 10 anos vai pescar com o pai e volta com o rosto todo inchado.
A mãe, assustada, pergunta:
- Minha filha, que houve?
- Foi um marimbondo, mamãe...
- Ele te picou ?
- Não deu tempo, o papai matou ele com o remo.

13. NO PARQUE
Dois rapazes gaúchos pedalavam suas bicicletas pelo parque. Um deles pergunta:
- Onde conseguistes essa tua magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:
- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando encontrei uma guria da classe com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e disse-me:
- 'Vem, e pegues o que quiseres'.
O outro:
- Bah, escolhestes bem. Provavelmente a roupa não te servirias.

14. NO GERIATRA
O médico atende um velhinho milionário que tinha começado a usar um revolucionário aparelho de audição:
- E aí, seu Almeida, está gostando do aparelho?
- É muito bom.
- Sua família gostou?
- Ainda não contei para ninguém, mas já mudei meu testamento três vezes.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Um punhado de piadas

Disseram para a loira que o chique era ter sapatos de jacaré.
Ela verifica nas lojas que os preços são exorbitantes. Então resolve caçar seu próprio jacaré.
Todos explicam que é muito difícil e perigoso, mas ela não quer saber, loira é loira…
Obtém orientações e viaja para o pantanal.
Como demorava muito para retornar, parentes seguem seu rastro e encontram a moça dentro de um lago com uma carabina na mão. A poucos metros dela, um jacaré enorme se aproxima. Ela dá um tiro e mata o bicho. Em seguida o arrasta até a margem, onde está, pelo menos, uma dúzia de jacarés mortos.
Ela, com muita dificuldade, retira o jacaré morto da água e exclama contrariada:
- Mas que droga! Mais um sem sapatos!

***
Um jovem vai à igreja se confessar:
- Padre, eu toquei nos seios da minha namorada.
- Você tocou por cima ou por baixo da blusa dela?
- Foi por cima, padre...
- Da próxima vez pega por baixo, pois a penitência é a mesma.

 ***

 O velho acaba de morrer. O padre encomenda o corpo e se rasga em elogios:
 - O finado era um ótimo marido, um excelente cristão, um pai exemplar!...
 A viúva se vira para um dos filhos e lhe diz ao ouvido:
 - Vai até o caixão e veja se é mesmo o seu pai que tá lá dentro...

***

 Na hora do almoço, a madre superiora anuncia:
 - Irmãs, hoje teremos bananas de sobremesa!!
 - Ehhhhhhhhh!!!! Vibram as freiras.
 - Em rodelas!!
 E as freiras, decepcionadas:
 - Ahhhhhhhhh!!!!....

***

 O paciente está na capital para um exame periódico de saúde.
 - Você bebe?
 - Dois copos de vinho por dia...
 - Fuma?
 Dez cigarros por dia.
 - E sexo?
 - Duas ou três vezes... por mês.
 - Sóó? Com a sua idade e a sua saúde, era prá ser duas ou três vezes por semana.
 - Sabe como é, né, doutor? Se eu fosse bispo na capital até que dava, mas numa diocese pequena, no interior...

***

 A freira vai ao médico:
 - Doutor, estou com um ataque de soluço horrível. Não consigo comer, nem dormir, nada.
 - Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.
 Ele a examina e diz:
 - Irmã, a senhora está grávida!
 A freira se levanta em pânico e sai correndo do consultório.
 Uma hora depois o médico recebe um telefonema da madre superiora do convento:
 - Doutor, o que o senhor disse pra irmã Carmem?
 - Madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluço, passei-lhe um susto dizendo que estava grávida. Ela parou de soluçar?
 - Sim, a irmã Carmem parou de soluçar, mas o padre Paulo fez as malas e sumiu!!!

***

 - Padre, ontem eu dormi com meu namorado.
 - Mas isso é pecado, e pecado mortal minha filha.
 Reze cinco Pai Nosso de penitência!
 A jovem fica mais algum tempo ajoelhada, pensa um pouco, e depois pergunta:
 - Se eu rezar 10 posso dormir com ele hoje de novo?

***

A campainha toca na casa de um camarada muito pão-duro.
Quando ele atende dá de cara com duas freiras pedindo donativos.
- Meu filho, nós somos irmãs de Cristo e...
- Nossa!!! Como vocês estão conservadas!!!

***

Um burro morreu bem em frente de uma Igreja e, como uma semana depois, o corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o Prefeito.
- Prefeito, tem um burro morto na frente da Igreja há quase uma semana!
E o Prefeito, grande adversário político do padre, alfinetou:
- Mas Padre, não é o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
- Sim, sou eu! Mas também é minha obrigação avisar os parentes!

***

Tarde da noite, o padre passa perto de um cemitério e leva o maior susto quando escuta:
 - Hum, hum, hum!
 O padre pára, reza um pai-nosso, faz o sinal da cruz, enche-se de coragem e pergunta:
- Do que é que essa pobre alma está precisando?
- Papel higiênico!